19/09/09
18/09/09
what am i doing here?
fartei-me. de tudo, de todos. nada me incentiva, sinto-me adormecida e sem vontade de nada. começou a esfriar, já se usam casacos. o sol anda escondido usando as nuvens como um abrigo contra a terra, as aulas começaram, yey. ninguém que me cative. nada de novo. tudo se manteve, ando com a cabeça saturada e cheia de pequenas coisinhas irritantes e sem fundamento nenhum. fujo aos problemas maiores, que estao sempre presentes. como fantasmas. que ainda não viram a luz, e aprisionam-se a mim. quero um refresco, algo que me cative. nem que seja um novo sabor dum gelado. e este texto não tem razão de ser, é o sono a falar mais alto. já que os outros textos das outras páginas não me cativam à sua leitura (com cada passagem mais ridicula, sem ser impertinente.) limito-me a deixar claro, nesta conjugação de palavras, fantástica, o quão eufórica eu estou. iupi.
10/09/09
hope
um mês de distância. um mês de pensamento. um mês de saudade. um mês que passou porém a visão ficou, nunca esqueci o esverdeado do seu olhar. voltei a vê-lo. algures. o seu comportamento manteve-se igual. durante um dia. agiu como se ainda fosse julho. durante um dia, senti-me feliz. tive esperança. esboçei um sorriso. olhei-o com a mesma facilidade de sempre. actuei como se fossemos ainda aquelas crianças, sem tabus nem preconceitos. afastei os receios, e os vicios. senti-me pura, senti-me natural. durante um dia. pena que os dias passem à velocidade de um trovão.. nunca mais o tornei a ver. os medos voltaram, os vicios tambem, a criança evaporou e consigo levou a sua pureza, e a esperança.. foi-se. o que restou? a saudade de retornar a pairar sobre aquele olhar.
(já lá vão 2 anos.)
(já lá vão 2 anos.)
09/09/09
pancas
pancadas
pancadonas
pancadinhas
que panca
que tara
nunca mais acaba
eu vicio e vicio
ganda auto destruição
insisto nesses dois
como um vulcao em erupçao.
um vi o noutro dia
o outro irei ve lo em fevereiro
e digo vos
a melhor sensacao que me dao
é como uma visao orgasmica
que dura, dura, dura
e perdura.
durante,meses.
vem me sempre a mente
sempre.
ok. ja chega.
se calhar estou a exagerar
e isto nao e um poema
esta me é a dar para clicar no botao
do enter hahaha. pronto. *
pancadas
pancadonas
pancadinhas
que panca
que tara
nunca mais acaba
eu vicio e vicio
ganda auto destruição
insisto nesses dois
como um vulcao em erupçao.
um vi o noutro dia
o outro irei ve lo em fevereiro
e digo vos
a melhor sensacao que me dao
é como uma visao orgasmica
que dura, dura, dura
e perdura.
durante,meses.
vem me sempre a mente
sempre.
ok. ja chega.
se calhar estou a exagerar
e isto nao e um poema
esta me é a dar para clicar no botao
do enter hahaha. pronto. *
08/09/09
não me ouves e não me queres ouvir. impões a tua opinião e foges quando tento questiona-la. só gritas, pensas que sou o quê? tenho limites, sou racional. achas que não quero saber? finjo que não. mas o resto já não sabes tu... para quem me conhece há tantos anos, devia saber que não sou metade do que me julga. não consigo manter uma conversa normal, chego saturada e sem vontade de nada. apetece-me fugir, mas nem me deixas. quando tu o fazes a toda a hora. não te devo nada, absolutamente nada. só gratidão por estar aqui. e estou. mas um dia já não vou estar, e aí vais sentir. tenho raiva, tenho odio. às vezes gosto de ti. às vezes não. e outras és me indiferente. mas respeito-te. também te devo isso. secalhar devia transmitir-to melhor, ou então não. mas não condiciono a tua vida como condicionas a minha. porque também já não sou uma criança e estou ciente, de tudo o que faço. e não é metade do que pensas, e nem quero imaginar o que pensas de mim. porque se eu sinto isto, deves sentir mais. mas uma coisa é certa, não estou perdida. e tenho cabeça. apesar de não achares. e o resto é um cliche, é secundário. devias ter-me mais em conta, devias deixar-me respirar.
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