31/01/11

a minha cabeça gera o caos. a minha cabeça cria confusão. a minha cabeça tem momentos de loucura. de devaneios. de inseguranças. de ataques compulsivos de pouca lógica e irracionalidade. a minha cabeça não quer sentir. a minha cabeça leva a insanidade à loucura e emite pensamentos que conflituosamente se desentendem. a minha cabeça afasta pessoas. cria ilusões. cria desilusões. a minha cabeça flutua noutra dimensão. a minha cabeça sente, está em choque. porém, continua presa a um sentimento que nutriu em pouco tempo. e não sabe o que tirar dele. sei que gosto, que te quero, que por ti lutaria. se me entrego demasiado e se for completamente transparente, tenho medo de cair. tenho medo de me agarrar demasiado, e tu não o saberes, ou de o saberes e não corresponderes. a minha cabeça mudou. cresce, continuamente. apatia ou entrega. saudade. sinto saudade. sinto a tua falta. necessidade de te ver. de saber como estás. gosto de ti. não sou arrogante. só não sei como fazer com que tu me digas também o que sentes, abertamente. instabilidade em relação a ti e mais ninguém. sensações de sentidos e sem sentido aparente, está evidente. em mim. agarra-me e eu agarrarte-ei. comunica-me e eu comunicarte-ei. já luto por ti, espero-te. já é a tempestade, melhores dias virão. já lês a minha mente, e se eu confio-te o meu respeito,confia-me o teu também.

28/01/11

qual a necessidade desse desprezo, quando o meu único objectivo é apenas saber de ti e conversar contigo. toquei-te nas feridas, nos teus pontos fracos, descodifiquei-te sendo tu a pessoa fechada que és e conhecendo-te já há muito tempo. separei os sentimentos há mesmo muito tempo, pelos vistos tu não o soubeste fazer, ou essa frieza toda nem estaria presente. entristece-me, mas por outro lado deixa-me mais convicta da pessoa que és e reafirma as minhas suspeitas. sei que tens algum problema comigo, e que nunca o irás falar, nem resolver. e só esse facto retrai-me em relação à amizade que ainda sentia por ti. sim, amizade. porque provavelmente também achas que estaria disposta a tentar alguma coisa contigo, o que se torna ridículo, já lá vai o tempo em que o meu caminho se cruzou com o teu. e no meio de tudo isto, hoje lembrei-me da amizade que tivemos, mas está claro que não voltará. seguimos caminhos muito diferentes, já nem uma conversa consegues estabelecer comigo. mas gostei do teu apoio e foste uma pessoa que por uns meses ainda a fio me acompanhou. e isso é bonito de relembrar. não sinto nenhum sentimento negativo por ti, e neste momento estou apática à tua pessoa. e sei que lá no fundo ainda te lembras da nossa amizade, e para essa sobra de pouca sensibilidade eu respondo: estou bem e feliz. e espero que tu o estejas também.

24/01/11

"quem sou eu" quem sou eu? interessa-lhe lá. provavelmente, depois de escrever esse (pequeno texto) e de o avaliar, vai ficar esquecido, como tanto os outros vinte. pede-nos uma introspecção e uma avaliação profunda da nossa identidade, como uma auto-reflexão do nosso ser, como que um desfecho de uma relação intra-pessoal convocada propositadamente por si. não deveríamos ser forçados a descrever-nos tão agridoce mente, a desvendarmos a nossa essência duma forma tão exposta, nem subornados a tal. e dito isto, as dúvidas põem-se, que lhe vou escrever professora? sinceramente, nada do que lhe possa adiantar irá decompor-me ao pormenor. todos os dias cresço um bocadinho. vivo muito pela experiência e pelos sentidos. e o que sinto agora, não é bonito de se escrever. nem devo. não quero. o meu coração valsa sem saber onde parar. continuo com pressentimentos e receios tremidos, depositando um sentimento algo forte e com expressão num ser que se ausência, e eu arrisco, porque o sinto, mas temo. decidi seguir em frente, decidi entregar-me, de pés e cabeças, consciente disso. cada vez iludo-me menos, cada vez amadureço mais. e nisto, toda a minha fonte está virada para paixões, tenho uma ânsia terrível pelas férias, tenho projectos que nunca mais acabam, e quero muito, muito muito. mas se lhe escrevesse isso, provavelmente não teria o significado que tem para mim, e não dizendo mais, acho que é injusto então sermos sequer avaliados pela nossa pessoa num trabalho escrito com prazo de entrega. é impossível, não lhe vou escrever. entrego-lhe a folha em branco, deixando a sua mente fluir, podendo retratar-me em mil cores, formas, personagens e acções. fica ao seu critério, daqui não passo mais.

21/01/11

levanta-te, não te escondas.
levanta-te, não fujas daqui.
tens todo o universo ao alcance, onde uma luz ofusca o perfume de uma ambição relutante, de um suspiro esfumaçado, de um olhar mais profundo que uma voz, onde as palavras formam círculos de quadrados programadas a escrever um som de um tal modo mais veloz.
levanta-te, faz-te ouvir.
tens essa liberdade, está inata em ti.
está frio. sim. frio.
não chove.
o sol continua a brilhar.
o vento é constrangedor.
o barulho confunde-me.
equívocos auditivos.
o destino desensina-me a viver.
entrega-me à experiência de uma acção imatura, de um acto pouco lógico.
são libertados os sentidos, espalhados.
esvazia-me. de uma maneira menos óbvia, mas que intoxica.
vivo numa esperança constante, num sentimento constante e com tendência a crescer.
os opostos são atraídos num elo de uma eminente química de sabores.
e cores. e pensamentos. e sonhos. e imaginação.
uma princesa e um lago. uma floresta adicionada a um arco-íris,
um sapo e uma maçã.
um canal iluminado, com liberdade de expressão.
musica. paixão. dança. libertação.
um grito. um suspiro. e um sorriso.

19/01/11

o pouco do dia que passas comigo levas-me à exaustão. apenas diriges-me a palavra somente para gritar comigo e chamares-me tudo e mais alguma coisa. durante o dia mal me falas, se te ligo, não me atendes, o pouco que te peço ainda mo atiras à cara. tento ter calma, e não pensar, tento não agir sobre pressão e de cabeça fria, mas são discussões que já não vêm de agora, só o facto de insinuares que sou uma prostituta porque nunca estou em casa, e de me dizeres que sou o filho que ninguém deseja ter, de berrares comigo porque fecho um estore, de insistires para te ligar todas as noites mesmo quando o telemóvel está no teu bolso, de NÃO me largares e de NÃO me dares privacidade nenhuma, de me ameaçares constantemente expulsar-me de casa(..) não digo que não gosto de ti, porque gosto. mas não te suporto, nunca tivemos uma boa relação e cada vez mais isto piora, se não tenho o teu apoio sequer em nada, e da tua parte apenas recebo berros por causas insignificantes, quando não me dizes algo pior, então eu cedo aos teus ultimatos. espero mesmo em abril deixar-te feliz e ausentar-me de vez. espero mesmo. pode ser que aí percebas o quão ingrata tens sido nos últimos anos, que reflictas sobre todas as barbaridades que me disseste até agora, ou então, que o nosso caminho nunca mais se volte a cruzar.

18/01/11

I want you I want you I want you SO BAD
It's driving me mad..

16/01/11

não sei o que pensar, como agir. estás longe e todo o culminar das situações não têm sido agradáveis para ti. gostava de perceber melhor para te poder ajudar, e gostava que soubesses que não sou só uma figura bonita, que podes procurar em mim conforto e desabafar comigo; quero ajudar-te e sei que precisas de mim. estou presa a um sentimento que nutri em pouco tempo, dou tudo o que posso só para ver de ti surgir um sorriso, gosto do teu sorriso. o teu silêncio inquieta-me, não sou mulher de pressões. mas ainda existem muitas questões que gostava de te pôr, sem qualquer tipo de retracção. neste momento gosto de ti e da tua pessoa, quero-te ver bem. quero sonhar e acreditar que todo este sentimento é reciproco, e que daqui a uns tempos o sol volte a brilhar. até porque a minha vida não se baseia nos outros só; construí uma relação contigo, seja ela de amizade, de carinho ou paixão. tenho a minha vida por resolver também, mas estou disposta a lutar por ti, a lutar por isto. por isso fala comigo, seja hoje, amanhã ou daqui a uns dias. mas fala. estou disposta a ouvir-te.

15/01/11

But I crumble completely when you cry,
It seems like once again you've had to greet me with goodbye

12/01/11

i've got nothing to say.

11/01/11

e quando aparece alguém, que te dá completamente a volta à cabeça.
e depois vai-se embora?
quero aproveitar até ao ultimo minuto,
até ao ultimo segundo.
depois respiro.
ânsia, espera.
entrega. sentimento.
já nao sei que pensar.
não quero pensar.
quero agir.
depois penso.
it's hard to explain.

09/01/11

nao quero pensar.
doi muito.

04/01/11

desenhaste um traço meu, num sopro dum elefante azul e rosa marfim.
o choro interior de um olhar lacrimejado,
um espinho de uma rosa pregado
no teu lábio ensanguentado.
disseste-me tudo, e nenhuma palavra surgiu.
efeito borboleta ziguezagueou-me.
eu não me apaixono. eu nunca me apaixono.
surgiste de repente, assim, do nada.
que figura tão bela. eu nunca me apaixono.
o teu doce olhar esverdeado.
a tua pele macia.
o teu toque, provoca reacções estranhas em mim.
mas eu não me apaixono.
eu nunca me apaixono.
não.
não.
não.
sai da minha mente, por favor.
eterno fascínio pelo desconhecido.
(old)
não quero a vossa opinião.
não se metam na minha vida, como costumam fazer.
e nisto, ninguém sonha sequer, nem tu, nem ela, nem eles.
escuso-me a comentários, observações.
escuso-me a verbalizar sequer, para vocês todos,
escuso-me a falsas amizades que não interessam a ninguém.
entrego-me a um sentimento, que não levo em vão.
in love with a feeling.

03/01/11

não encontro palavras que descrevam a situação.
como um despertar da escuridão, encaminhado para um sonho profundo
onde se unem dois corpos celebres de um incomodo triunfo;
onde surgem sentimentos difíceis de explicação,
onde surge o desconhecido e parecendo que não,
não me afugenta.
nesta árdua missão, nesta luta contra o tempo, nesta fase de entendimento,
foi o acordar de um novo vírus que, outrora ilimitava o imune da situação,
agora descarrega um culminar de pensamentos, que inovam, distraem, baralham,
como se não existisse nada mais forte e quanto a isso, nada posso fazer.
abate um sono aparente e evoca-me a uma ilusão.
sei que é de todo impossível. sei que agora não será possível.
também sei que numa fracção de segundos a minha vida parou.
e o eterno perpetua-se num desconhecimento que foge à razão.
não quero acordar, nem pensar, o quão isto é um sonho.
quero dormir, tiraste-me o sono.
inquietas-me, e não te conheço.
entristeces-me antecipadamente, como provocas algo em mim, atempadamente.
e nisto eu sou apenas alguém que escreve então, por escrever,
sem saber o que é, se paixão, confusão, difusão, ou sei lá.
mas se num segundo tudo mudou, abdico dos segundos que ainda virão,
sei que nunca me arrependerei. nunca me arrependo.
.........surge sono.