26/09/10
21, 02:25h
são horas mal dormidas e desperdiçadas, é tempo de louvar quem adormece no seu mais pleno consciente, são jogadas de afectos contrafeitas que se tornam em ambições assimétricas numa pátria de prazer entre duas simbioses que se juntam e formam um lapso numa estrada sem enfeite; percorro o meu caminho endereçado no teu. sujeito-me a uma rejeição tão óbvia que me perco nos confins dum pensamento ilusório, que enfrenta uma rampa de aleatórias sensações e joga com o intenso temperamento corporal dum ser que jamais se conseguiria manter (in)sentimental. é isso. que corrompe a audácia duma noite bem dormida e confronta um tal cansaço numa situação real. dá-se o colapso da mente e do corpo, de forma pouco acidental. é o caos.
18/09/10
estou sentida de teimas e preconceitos, generalizados pelo meu ser. individualizo cada olhar, escrevo no geral, nada de muito pessoal. alimento cada sorriso que me é dado. cresci, independendo de mim. felizmente descubro-me em cada passo, ilimito-me do limite, escondo-me em atalhos de obstáculos que se impõem, sintonizo-me com fortes ligações subjectizando traços ocultados, sendo-me estes tão familiares, identifico-me com tais; modero o pensamento conforme o acontecimento, talvez demasiado sensível, acompanho o sentimental. desprezo quem me quer mal. cada vez mais confiante. numa escrita de ego. realço-me no intemporal. nem me importa já o sentimento banal, e essas amizades que se afastam do real, essas. percorro-as num sentido que opostamente se deturpa seguindo-as clandestinamente, não me fiando, em tais. aqui importa-me quem, me mantém e me quer bem. sinto cada vez mais, o núcleo a diminuir, eu nada mudarei. pacificamente estou feliz, habilmente mantenho-me fiel à pura lealdade. (já não me importas, perdeste a credibilidade.) esta sou eu. numa nova era, mudança. já nada me afecta, já nada me ofusca. e cada qual no seu nome, no seu ser. mantenho o meu de pé, abro-me nesta nova realidade.. que por si só acaba num limite, abrangendo a ajuda duma evolução saudável, em mim. (olha-me de lado, como quem mal diz, estou imaculada,cortei o mal pela raiz.)
17/09/10
fortes instintos e pressentimentos, fortes sensações, emoções que não se explicam
a nova era a chegar, as pessoas a mudar
os receios intensificam-se
os oprimidos afastam-se
surge o acto de navegar
na espera do surgimento do novo dia
criam-se vibrações
maldições
fujo disso.
fujo ao destino.
que não me larga.
manifesto-me
da maneira que não desejava
os sentidos falam mais alto
o risco do vidro estala
vidro partido.
a nuvem negra aproxima-se
provoca caos.
viro-me para a luz..
tenho fé em ti, sol.
não me abandones, ou caio na escuridão de vez.
a nova era a chegar, as pessoas a mudar
os receios intensificam-se
os oprimidos afastam-se
surge o acto de navegar
na espera do surgimento do novo dia
criam-se vibrações
maldições
fujo disso.
fujo ao destino.
que não me larga.
manifesto-me
da maneira que não desejava
os sentidos falam mais alto
o risco do vidro estala
vidro partido.
a nuvem negra aproxima-se
provoca caos.
viro-me para a luz..
tenho fé em ti, sol.
não me abandones, ou caio na escuridão de vez.
16/09/10
não percebo, o que se passa comigo, o que se passa contigo.
não percebo, o que teremos que falar, o que me poderás mais dizer.
não percebo, se desapareceu o que em tempos correspondeu com este sentimento meu, agora.
não percebo, não percebo, não te percebo.
e nos mais meus mais confusos pensamentos, há umas certezas.
e um forte pressentimento que há algo de errado.
aqui, connosco.
aí, contigo.
e com quem ela seja.
fico magoada, fico ressentida, porque te tive.
e não te aproveitei.
e queria-o ter feito.
já duramos há muito tempo, este é um dilema que me acompanha
na ânsia e esperança de te ter, aqui. comigo.
sei que está para breve, as respostas às minhas questões.
vejo em ti mais que um amigo, sei que o sabes.
todo o apoio que em tempos me deste, preciso dele, agora.
e serão demasiadas as espectativas, e serão demasiados os sonhos..
sonho contigo.
estás presente, em mim, no meu pensamento.
fechei um outro capitulo para sempre, com personagens que não espero mais presenciar. e estou preparada, para ti.
e para o que vier.
e sei que é um tiro no escuro.
e sei que me posso vir a magoar ainda mais.
mas só me falta perceber-te,
só me falta presenciar-te.
e tenho medo, medo, medo.
que depois de tanto tempo, te perca.
e não te posso perder. não te quero perder.
para além de tudo mais, és uma pessoa extraordinária.
vi-te sempre como uma luz, e sei que contigo estou segura.
agora falta saber-te. não te oprimas. e diz-me o que tens a dizer-me.
não me faças mais esperar.
vem tomar café comigo.
eu preciso de ti.
não percebo, o que teremos que falar, o que me poderás mais dizer.
não percebo, se desapareceu o que em tempos correspondeu com este sentimento meu, agora.
não percebo, não percebo, não te percebo.
e nos mais meus mais confusos pensamentos, há umas certezas.
e um forte pressentimento que há algo de errado.
aqui, connosco.
aí, contigo.
e com quem ela seja.
fico magoada, fico ressentida, porque te tive.
e não te aproveitei.
e queria-o ter feito.
já duramos há muito tempo, este é um dilema que me acompanha
na ânsia e esperança de te ter, aqui. comigo.
sei que está para breve, as respostas às minhas questões.
vejo em ti mais que um amigo, sei que o sabes.
todo o apoio que em tempos me deste, preciso dele, agora.
e serão demasiadas as espectativas, e serão demasiados os sonhos..
sonho contigo.
estás presente, em mim, no meu pensamento.
fechei um outro capitulo para sempre, com personagens que não espero mais presenciar. e estou preparada, para ti.
e para o que vier.
e sei que é um tiro no escuro.
e sei que me posso vir a magoar ainda mais.
mas só me falta perceber-te,
só me falta presenciar-te.
e tenho medo, medo, medo.
que depois de tanto tempo, te perca.
e não te posso perder. não te quero perder.
para além de tudo mais, és uma pessoa extraordinária.
vi-te sempre como uma luz, e sei que contigo estou segura.
agora falta saber-te. não te oprimas. e diz-me o que tens a dizer-me.
não me faças mais esperar.
vem tomar café comigo.
eu preciso de ti.
14/09/10
foges de mim, evitas-me.
não me vês.
não me ouves.
não me sentes.
prometes-te que ficavas.
só a tua amizade. mas nem isso
conseguiste.
acobardaste-te.
e falas tu de mim
do meu pensamento
da minha cabeça.
sujeitei-me a muito para não te perder
tudo desvalorizado.
e entretanto cresci.
duma forma que nem sonhas.
e é bom pensar que já nem à altura estás
e é bom perceber o quão estúpida fui
por pensar que de ti tinha o teu respeito
sinto-me usada, mas isso acabou.
já ninguém mais faz de mim parva.
e obrigada. foste um erro que ajudou
a dar rumo à minha vida.
não me vês.
não me ouves.
não me sentes.
prometes-te que ficavas.
só a tua amizade. mas nem isso
conseguiste.
acobardaste-te.
e falas tu de mim
do meu pensamento
da minha cabeça.
sujeitei-me a muito para não te perder
tudo desvalorizado.
e entretanto cresci.
duma forma que nem sonhas.
e é bom pensar que já nem à altura estás
e é bom perceber o quão estúpida fui
por pensar que de ti tinha o teu respeito
sinto-me usada, mas isso acabou.
já ninguém mais faz de mim parva.
e obrigada. foste um erro que ajudou
a dar rumo à minha vida.
09/09/10
elas
a sério que teríamos, tudo, para dar certo. agora que penso de forma individual, somos ambas feitas de gostos semelhantes,e mesmo em termos físicos, de maneira geral, não há grandes diferenças. até mesmo a primeira letra do nosso nome é seguida. coincidências, digamos. não te conheço, claro que não te conheço. e sim, gostaria de o fazê-lo, um dia, talvez. sei que também escreves, e lendo escritos teus, acabo por me identificar. é inevitável, sendo a nossa escrita parecida. (mais coincidências). tudo isto seria lindo, porem a atracção do sexo oposto é obviamente semelhante, e acaba por nos apanhar, e já para não bastar estes factos todos,a atracção ao sexo oposto, teria também que ser parecida. acaba tudo por ser uma contradição, pois, analisando ao pormenor, soube da tua existência depois de saber da dele. e nisto, obviamente que nunca esperaria uma empatia tua, para comigo. seria engraçado se vice-versa se verificasse, o que pouco provável, mas não impossivel. mas falando agora de personalidades,e sendo- me a tua um pouco oculta, (conhecendo-a de forma passiva, apenas), obviamente que são diferentes. mas contra factos, claro que não há argumentos. tenho ideia que vocês encaixam na perfeição, se bem que os teus ciumes nem sempre foram em vão; mas agora, guarda-os apenas como recordação. já nem pena vale de lhes dares, qualquer tipo de entoação, visto que já nem é criada situação propicia; nem haverá mais ocasião de te dar qualquer tipo de razão. as escolhas foram feitas, por ambas as partes. grito de vitória agora. porque, aprendi muito em dois meses, e agora aprecio a vossa relação. de forma intrigante sou altamente curiosa, e nada possessiva. e nisso diferimos, bastante. e sabendo que nunca vamos ter qualquer tipo de relação, dou-te o meu respeito. porque é preciso ser como ser-mos para agarrar uma pessoa como ele. e eu não o consegui, e não sendo ele um troféu, tu fizeste-o bastante bem. é admirável, é humano, e espero que saibas mantê-lo o dobro do tempo que já o fizeste. isto tudo porque fico descansada sabendo que ao menos está com alguém especial, e não banal.
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