10/10/09

nunca mais

nunca mais, caio no mesmo erro. foram tres vezes seguidas.
entrego-me de pés e cabeça às emoções. como que um salto de cabeça, duma arrábida para o mar. não é a primeira vez que bato nas rochas.. mas não desisti. e desta vez, abri feridas passadas, que sangram e continuam a sangrar, compulsivamente. eu não desisto, há sempre uma esperança. é inutil, mas eu espero. e continuo a esperar, à procura dum salto perfeito.

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