ajoelho-me no teu círculo De como o surdo sabor do teu doce grito me tocou frágil e pedinte E aqui estamos no mesmo espelho e vidro Perdidos no cubículo interminável de açúcar e sangue Que nos veste a nós com este tecto, de onde estendes o teu braço, Do limite dos degraus, para mim e esse abismo que se seguiu Do lacerar da minha noite.
Nenhum mar maior que o oásis que forjaste do invisível fogo da tua resignação; São areias brancas trémulas e diante o céu vertical de pedra, caídas.
E qual sol, senão a lágrima que tens na mão Como semente de desespero e, a incobrável lua no seu reflexo.
vou tentar estar mais presente. by: M
<3
31/08/10
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