04/10/10

e agora deixo, aqui, um texto para ti.
se acreditei em ti, nada mo leva mais a fazer.
já te tive e tu a mim, agora esquece que foi o fim.
tolerei esta situação,
até ao momento do em vão.
não a recolhi a tempo,
dei-te essa opurtonidade
reencaminhei-te essa pseudo-amizade.
sei bem eu que nada te diz
e se antes derretia, agora é amargo
este coração, se é que continua aqui.
ou sentir-me indiferente é sinal que já não há solução.
não pegaste nele a tempo.
e um dia, vais sentir.
lembraste o que um dia, um dia me disseste.
pois bem que agora morri aqui.
ultimo excerto que te escrevo,
já nem tenho inspiração.
vais-te arrepender. e como é boa a doce vingança
porque voltas, isso sei.
e então será um adeus,
a triplicar por aquele, que nada,
teceu.

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