03/05/11
apareces do nada e é o nada tão vazio como se enche do inculto equivocando o espaço que se enche de suspeitas e breves murmurios. lacrimejo perante um circulo invalido encho-me de demencias e elos de contradições. esse espaço, ofegante, e corrosivo. direciona-me a memorias que te recordam, a ti e ao tempo em que te conheci. escapaste do breve suspiro em que me detive, dois seres apreendidos por duvidas incontornaveis. a distancia invalida a esperança e o desassossego mental. prendi-me a desfechos apaticos que me precepitaram a libertar-te do meu ser. ou nao estarias tu individado perante um amor que te manteve equacionado e confundiu-te. o desfecho final. tento desfranzida de mim nao recordar o todo em que me faltas, acordamos nao deixar ligação. é arduo desfluir meses de expectativa numa relação. a tua presença costumava reconfortar-me, esquecia o espaço que nos desapegava. não desincentivo se bem que mumificado mantenho este precipicio. iludida ou não, pensei que serias tu o homem que me completaria. iludida ou não, questionei-te, mas nunca pondo em causa a tua docil presença. e refugio estas lembranças com o pesar de não me magoar. continuaste a tua vida, e eu nada farei. os sonhos emergem-se do pensamento. às vezes vejo-te durante a noite. e apenas isso..
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário