
o mar. a música. o clima. a alegria. o bronze. as pessoas. a simpatia. o reggae. o bob marley. o sentimento. o horário. o hótel. a comida. a pinacolada(...) são palavras que recordam uma das semanas mais significantes, para mim. tudo nela foi fantástico, foi especial. só o privilégio de ter visitado um sitio tão rico em natureza, repleto de arvores e frutos, com o mar em seu redor e pequenas aldeias nada industrializadas a realçarem a simpicidade daquele sitio aos olhos de imigrantes interessados em fugir ao ruido e à indiferença do seu país natal. realmente é fantástico, as comparações que nos são permitidas fazer entre dúas terras que pouco têm em comum. não é demais realçar que a Jamaica é um sitio, sem duvida, bastante mais bonito e agradavél de se visitar. Um país em que facilmente visitamos, mas que dificilmente o vivemos. Devido à pouca industrialização que ele aparenta, há um grande contraste entre as habitações da população. por outras palavras, há casas muito ricas, mansões enormes e cuidadas, bonitas, localizadas nos montes da ilha; outras que, junto à praia, não passam de meras barracas em que as familias dependem do peixe pescado nas aguas salgadas para sobreviverem. Mas são pessoas simples, humildes. Todas bonitas, todas alegres. Não têm os problemas e o preconceito de se falarem enquanto desconhecidas. Educadamente cumprimentam quem passa por si, sempre. São hóspedeiras e simpáticas. Um dos momentos que mais me marcaram foi quando mergulhei naquelas àguas limpas, transparentes, e bastante, bastante quentes, e pude vivenciar um mundo que desconhecia completamente. Nunca tinha experimentado fazer mergulho, estando lado a lado com cardumes e cardumes de peixes com todas as cores, lindos corais onde cada buraco era um mistério. Um mundo em que os seres desse não têm que pensar, em que andam todos juntos, não tendo medo de passar ou de encarar um ser 20 vezes maior que eles. Outro momento foi a música. a música é um dos bens mais preciosos da Jamaica; dita o orgulho dos jamaicanos e realça os sentimentos e a união daquele povo. As pessoas cantavam, as pessoas sorriam-me. Onde é que um desconhecido em Portugal passa por nós sorri e ainda começa a cantar com um tom de voz bastante elevado a música que nesse momento está a tocar? foi o que pensei depois da semana passar. vi de tudo, nada me chocou. Gostava que Portugal fosse apto a esse tipo de situações, pusesse os preconceitos de parte e vivesse uma vida de simplicidade abstraindo-se da mesquinhice e das intrigas que pairam tanto neste (e não só) país. No total, foi uma experiencia que vai deixar o seu marco. foi mesmo fantástico. adorei!
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