19/01/11
o pouco do dia que passas comigo levas-me à exaustão. apenas diriges-me a palavra somente para gritar comigo e chamares-me tudo e mais alguma coisa. durante o dia mal me falas, se te ligo, não me atendes, o pouco que te peço ainda mo atiras à cara. tento ter calma, e não pensar, tento não agir sobre pressão e de cabeça fria, mas são discussões que já não vêm de agora, só o facto de insinuares que sou uma prostituta porque nunca estou em casa, e de me dizeres que sou o filho que ninguém deseja ter, de berrares comigo porque fecho um estore, de insistires para te ligar todas as noites mesmo quando o telemóvel está no teu bolso, de NÃO me largares e de NÃO me dares privacidade nenhuma, de me ameaçares constantemente expulsar-me de casa(..) não digo que não gosto de ti, porque gosto. mas não te suporto, nunca tivemos uma boa relação e cada vez mais isto piora, se não tenho o teu apoio sequer em nada, e da tua parte apenas recebo berros por causas insignificantes, quando não me dizes algo pior, então eu cedo aos teus ultimatos. espero mesmo em abril deixar-te feliz e ausentar-me de vez. espero mesmo. pode ser que aí percebas o quão ingrata tens sido nos últimos anos, que reflictas sobre todas as barbaridades que me disseste até agora, ou então, que o nosso caminho nunca mais se volte a cruzar.
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