11/08/08

11 agosto

um dia tanto igual aos outros. mas hoje, acordei com um pressentimento, e mantive-o pelo dia fora, até agora, em que decidi meditar e escrever, por escrever, sem razão alguma. foi um dia feio, um dia em que as nuvens carregadas preencheram o céu e o sol sem dúvida poderia ter feito melhor. mas, mesmo assim, continuei com o brilhozinho nos olhos à espera de algo. de algo, salvo seja. sei perfeitamente o que quero. mas também sei que por mais que lute e pressista, nunca o vou conseguir. estou cega, o sentimento voltou. porquê? podia ter sido tudo diferente...! o coração acelarou, os compassos estavam desregulados. quando olho, não vejo futuro algum. nem um presente sequer, mas, por algum motivo fico ansiosa. e em 24horas é a figura que mais me recorda, que mais memorizo. o pior? não posso dizê-lo a ninguém. não que já não tenha dito, mas falar é realçar a importância que tento não dar. e no fundo, a minha existência não é nada

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